Cantadas de rua, nossa não reação não é consentimento

marcha das vadias - por R.R.curtis no flickr

Existem cantadas e cantadas. Mulheres gostam de elogios sim, mas receber elogios de quem escolhemos interagir está muito longe das cantadas sujas que temos que aturar no dia a dia. Engana-se quem pensa que nossa não reação é consentimento.

Uma jovem belga de 25 anos gravou o que ouvia dos homens enquanto caminhava pelas ruas e o resultado foi um documentário Femme de la Rue  (Mulher da Rua, em tradução livre)  sobre o assunto.

Recentemente o texto “Como se sente uma mulher“, da fotógrafa Cláudia Regina no site Papo de Homem, causou um verdadeiro frisson na rede. Cláudia denunciou de maneira franca e direta os abusos que nós mulheres sofremos diariamente nas ruas.

Manifestações como a  Marcha das Vadias estão aí para mostrar que as mulheres cansaram de ouvir sem reagir.

Esta semana resolvi comentar meus 2 centavos sobre a questão.

Infelizmente, o abuso contra a mulher é diário e nem sempre a violência se mostra como agressão física. Na maioria das vezes é velado, disfarçado em um hábito cultural e nós mesmas a maioria das vezes calamos para evitar aborrecimentos.

Crescemos ouvindo deles as cantadas mais absurdas, com os mais descabidos adjetivos sobre o nosso corpo, na maioria das vezes muito mais constrangidas que lisonjeadas, mas… Quem disse que se importam?!

Trecho do texto “O abuso deles de cada dia” – Coluna Diário Secreto / Vila Mulher

E você, o que pensa sobre isso?!

*Photo Credit: R.R.curtis via Compfight cc

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