Ain`t no mountain high enough

Como ontem postei sobre Disconnect, filme que fala sobre os efeitos da internet em nossas conexões pessoais, lembrei de Medianeras, que fala do mesmo assunto de uma maneira mais romântica. Fui no youtube rever a cena final, onde Martin e Mariana dublam Marvin Gaye  em  Ain`t no mountain high enough. Um final tão delicinha que é impossível não sorrir depois de assistir.

Curiosamente, passava na TV aberta, pela enésima vez, a reprise de Sister Act 2 (Mudança de hábito 2) com Whoopi Goldberg que também tem esta música em sua trilha sonora.  E lembrei de outros, que em momentos apoteóticos e redentores tem a canção como fundo.

Quem não lembra da cena lindinha do filme StepMom (Lado a Lado), onde a mãe, que está com câncer terminal, canta com os filhos, deixando a lembrança de um momento feliz, e o recado implícito, que não existe dificuldade que não possa ser superada.

E para finalizar, outra cena que amo, e esta música faz fundo de forma monumental é o final de Bridget Jones. É muuuuito louca a cena que ela sai correndo de calcinha pelas ruas cobertas de neve na tentativa de reencontrar Mr Darcy, que havia acabado de declarar seu amor e… Ler as sandices que ela escrevia sobre ele em seu diário. Muito legal!

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Clique na imagem para ver a cena final de Bridget Jones

É… A música sem dúvida é uma explosão de motivação e carinho. Segue a tradução abaixo.

Não há montanha alta o suficiente

Ouça baby

Não há montanha alta

Não há vale profundo

Não há rio largo o suficiente, baby

Se você precisar de mim, me chame

Não importa onde você está

Não importa a distância

Não se preocupe, baby

Apenas chame meu nome

Estarei lá depressa

Você não tem que se preocupar

Porque baby

Não há montanha alta o suficiente

Não há vale profundo o suficiente

Não há rio largo o suficiente

Para me impedir de te alcançar

Lembre o dia que

Eu te deixei livre

Eu te disse que você poderia sempre contar comigo

Daquele dia em diante, fiz uma promessa

Eu estarei lá quando você me quiser

De um jeito ou de outro, de algum modo

Porque baby

Não há montanha alta o suficiente

Não há vale profundo o suficiente

Não há rio largo o suficiente

Para me impedir de te alcançar

Oh, não, meu amor

Nenhum vento, nenhuma chuva

Nem todo o inverno

Poderá me parar baby

Não, não, baby

Porque você é meu objetivo

Se um dia você estiver em apuros

Eu estarei lá

Apenas mande me chamar

Oh baby

Meu amor está vivo

Bem no meu coração

Embora estejamos muito longe

Se você precisar de uma mão amiga

Eu estarei lá

O mais rápido que puder

Você não sabe que

Não há montanha alta o suficiente

Não há vale profundo o suficiente

Não há rio largo o suficiente

Para me impedir de te alcançar

Você não sabe que

Não há montanha alta o suficiente

Não há vale profundo o suficiente

Não há rio largo o suficiente

Para me impedir de te alcançar

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Disconnect

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Disconnect é o tipo de filme que incomoda. Aborda temas muito próximos e reais, que tendemos a ignorar acreditando que é o tipo de coisa que só acontece com o vizinho. Relacionamentos, privacidade, trabalho, casamento, paternidade, adolescência, culpa, morte… Debatidos levantando uma questão: a internet ajuda ou atrapalha na conexão ou desconexão do ser humano? Vale refletir. Sobretudo sobre como não agir, como se resguardar, como melhor se relacionar…

Vídeo

Envelheço na cidade

Fazer aniversário após os 40 tem sido algo… Diferente! 43 anos hoje… Até ontem, se não fosse o Facebook, eu sequer lembrava que hoje é meu aniversário. O que para mim é uma vitória, sempre tive altas crises existenciais, terríveis TPAs (tensão pré aniversário). Não sei se os últimos dias foram muito intensos, ou o fato de estar (em tese) na metade da minha vida, tire tanto um pouco da ansiedade, como também o charme e glamour que o mundo tende a dar à data. “Da vida a gente só leva, a vida que a gente leva.” Que seja! Mais um ano que se passa, envelhecemos eu e as cidade. Sem dramas.