Sem destinatário

carta - image by J. Paxon Reyes on flickr

Quem me conhece sabe o quanto me sinto melhor escrevendo, que conversando. Sim, eu também gosto de falar, e falo muito, falo até demais. Principalmente quando estou nervosa. No entanto, quando escrevo, sejam as cartas que nunca enviei, os textos que postei (e também não postei), ou uma singela troca de e-mails, as mensagens mais importantes, na maioria das vezes subliminares, são para mim. Assim eu me vejo, projeto meu pensamento em palavras, leio a minha mente. Ninguém nunca entenderá, e nem precisa, mas escrever é uma necessidade básica, como comer ou dormir, mesmo sem destinatário.

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Photo Credit: J. Paxon Reyes via Compfight cc

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