O desaparecimento da árvore de natal

Abraço coletivo - image by mrtsantiso on flickr

Ontem, enquanto minha mãe e irmão dormiam, eu assistia um especial de comidas de natal da Nigela Lawson no GNT, tentando ao mesmo tempo acalmar Pietra (minha cadela) que enlouquecia com os fogos. Naquele momento, ao acaso, percebi que não montei árvore de natal este ano e constatei um fato:

Dou mais valor a símbolos natalinos quando estou longe da minha família. Quando estou junto de quem amo, não preciso deles. Minha família é meu símbolo de natal.

Meu natal é sempre a mesma coisa há muuuuuuuuuitos anos. Passamos o dia cozinhando, conversando, relembrando histórias do meu pai, minha avó, meu irmão que não mora no RJ… Gente querida que não está com a gente. E apesar de ser um dia de confraternização nossa, não chega a ser um dia festivo, sequer trocamos presentes e não temos o costume de ingerir álcool (bebemoramos). É um dia bom, mas nada excepcional.

Passo o dia como ajudante de cozinha da minha mãe e irmão (que este ano estava de plantão, mas à noite estava por aqui) e o único problema, que nem chega a ser um problema, é que quando chega a noite estamos tão cansados que nossa ceia (que pode ser ou não típica de um natal, tanto faz), invariavelmente é super cedo, e o sono antes da meia noite é inevitável.

Nos abraçar e agradecer a Deus por estarmos juntos e saudáveis é o ponto alto da nossa festa, todo o resto é dispensável.

Feliz Natal!


Photo Credit: mrtsantiso via Compfight cc

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