Homeland | Updated

Damian Lewis e Claire Danes - Homeland

Ontem assisti a primeira temporada completa de Homeland (Globo começou a exibir dublada esta semana no horário do Jô em férias). E estou me preparando para, em um dia menos quente, assistir a segunda.

O elenco me chamou atenção. Assisti o primeiro capítulo, mesmo dublado, porque tenho um fetiche por aquele ruivo, Damian Lewis, desde a série Life e sou louca na Claire Danes até quando ela faz filme ruim (Stardust é de matar, vai), não sei explicar. Sem contar o Mandy Patinkin que eu amo desde mil novecentos e lá vai bolinha e quase morri quando ele largou Criminal Minds no auge.

A trama de Homeland desmistifica o patriotismo  doente, maniqueísta, que divide tudo entre “do bem” e “do mal”, mocinhos e bandidos, nós (seja qual for a pátria) contra eles (o resto do mundo que não pensa igual)… Nos faz questionar o que de fato é terrorismo e o que é poder da manipulação de informações, pessoas, ideias…

As personagens principais, Nick Brody (Damian Lewis) um fuzileiro americano que ficou preso oito anos em poder de terroristas e Carrie Mathison (Claire Danes) uma agente da CIA, paranoica e bipolar que desconfia que o moço foi convertido ao islamismo e à Jihad (como um membro da Al Qaeda, é impressionante. Apaixonei pela atuação deles.

O legal é que mesmo que eu não visse em sequência, como vi, dá para acompanhar a série (dos mesmos criadores de 24 horas) aleatoriamente e é um entretenimento legal. Tem um flashback bem didático e o ritmo da série me agradou.

Sei que esta primeira temporada abocanhou um monte de Emmys. Ansiosa para ver a segunda temporada (sei que a terceira já começou) e ver se perderam a mão ou continuaram na mesma pegada frenética e interessante.

Up Date:

Nos últimos dez dias assisti as três temporadas de Homeland, quase compulsivamente. (Quase?)  Sem disparar spoilers, pois acho que a série vale a pena ser vista, faço uma analogia da mesma, com um filme, uma trilogia. Cujo primeiro foi um drama de ação sensacional que me pegou de jeito e deixou interessada, o segundo embromou um pouco e quase se perdeu por dar muita ênfase ao romance, mas o terceiro se redimiu fechando com chave de ouro, mostrando que o céu e o inferno coexistem aqui mesmo na terra. E a grande massa não passa de marionete nas mãos dos poderosos. Acompanhar as três temporadas em sequência foi meio angustiante (24 horas também me deixava assim no começo), sobretudo a última, que não poderia ter final melhor. Eu gostei!

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2 comentários sobre “Homeland | Updated

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