O cadeado na ponte e as rolinhas no quintal

Notícia velha e requentada nas memórias do facebook.

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Nunca entendi essa representação cultural francesa (e de outros países Europeus) de fechar um cadeado a uma ponte, significando a perpetuação de um amor. Com tanta coisa pra gente importar da Gringolândia,  decidimos justamente importar um simbolismo que só me lembra prisão?!

(Para quem não sabe do que estou falando… Clique aqui. )

Talvez… Ainda aceite atar (ou ser atada, vai que…) em jogos amorosos consensuais, por prazer. E uma vez desatados os nós, que restem apenas nós, indivíduos, onde quer que estejamos, juntos ou não, até a próxima vez, ou nunca mais.

Amar sem amarras

Gosto de amar as pessoas exatamente como minha mãe cria (ou diz que cria) os passarinhos no quintal, livres para ir e vir (sim, eles vem e vão quando querem e ela os admira e cuida mesmo assim).

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Nem sempre consigo, mas realmente tento, apesar das excessões à minha regra.

E penso… Se até mesmo a paixão tendo prazo de validade, de vez em quando  descamba para algo inexplicável (amor?), lógico que podemos seguir outros caminhos. Sem nenhuma amarra, nos sentirmos total e completamente envolvidos (e comprometidos) às pessoas. Assim, sem nada. Só pelo querer bem.

E assim, sem a menor necessidade de um cadeado numa ponte, uma aliança num dedo, nome num papel ou qualquer outro símbolo para nos fazer felizes. Somos todos rolinhas… Simples assim.

É… Meu romantismo ainda não escorreu pelo ralo… Acho.

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