FW | Para ler antes de dizer que não é feminista – Rosiane Correia de Freitas – Medium

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Feministas x Femininas? Pffffff… Que Canseira. Mulheres!

Indico a leitura do texto bastante sensato: Para ler antes de dizer que não é feministaRosiane Correia de Freitas – Medium

“(…) existe algo que unifica o movimento? Sim, a ideia de que homens e mulheres não são iguais, mas têm direito à igualdade. Explico: o princípio da igualdade (que está na nossa Constituição, que não é um documento comunista) não diz que somos iguais, mas que devemos ser tratados como iguais perante a lei, o Estado e a comunidade (…)

Fonte: https://medium.com/@rosianecorreiadefreitas/para-ler-antes-de-dizer-que-n%C3%A3o-%C3%A9-feminista-b2b5bab0d97?source=ifttt————–1

Imagem: Lajolo Flickr via Compfight cc

Nude Face

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Ontem, à penumbra do fim do dia, minha prima perguntou se eu estava loura, ao que respondi: “Não. São apenas quatro dedos de raiz branca.” Respondi com calma, não me senti agredida, apenas comentei o fato. Afinal hoje, se eu não pintasse mais os cabelos estaria com a cabeça tão grisalha quanto a do meu pai quando faleceu à minha idade, quarenta e seis anos. É de família, meu irmão de cinquenta anos é muito grisalho, apesar da face lisinha.

Óbvio que aquele comentário meu, fez pipocar uma série de outros, sobre pintar, não pintar, cortar curto, raspar… Nada absurdo ou não pertinente ao assunto antes levantado, mas… Se tem uma coisa que me importo pouco ou quase nada é “o que os outros vão pensar de mim”. O assunto rolou, passou para outro e entrei. Só isso.

Hoje, quando acordei e fui pentear os cabelos me deparei, como todos os dias, com os grisalhos. Pois ao contrário do que muitos pensam, eu gosto muito da minha imagem, grisalha ou não. Meu rosto e corpo no espelho com ou sem maquiagem ou roupa me faz feliz.

E gostar dessa ou de qualquer outra imagem que eu por acaso tenha, indepependente de escolha estética, restrição monetária (sim, eu poderia estar sem grana para mudar minha aparência, mas não é o caso), ou pela simples ação do tempo, só diz respeito a mim. Se tem uma coisa que demorei para aprender é gostar de mim, como sou. Uma vez que a gente aprende, todo o resto fica mínimo, sobretudo a opinião dos outros.

Eu tenho 46 anos, cabelos naturalmente grisalhos, eventualmente pintados de ruivo (cor que eu amo, sou, minha alma é red head, mesmo quando estou grey head), amo comprar maquiagens, uso raríssimas vezes e acho que, exatamente por isso, pela não banalização do make, me sinto linda maquiada.

Uso óculos fundo de garrafa, e agradeço a Deus nunca ter precisado fazer transplante de córnea. Sou cegueta mesmo, se eu passar ao seu lado e não reconhecer, apenas me perdoe. De verdade, não vale a mágoa. Peso no momento uns 93kg, e também sou feliz assim, já foram 105kg, estou no lucro.

Tomo remédios para controle da pressão arterial, controle do diabetes, antidepressivos, ansiolíticos e estabilizadores de humor. Faço caminhadas, terapia e uma vez por ano check up através de exames de sangue laboratoriais.

Não sou triste. Sou introspectiva. E na minha bolha entra quem eu deixo entrar. Não se engane com meu sorriso e polidez. Sou diplomática, mas também sou dessas que perde a paciência e detona mesmo. Definitivamente, não me sinto obrigada a nada.

Mesmo este texto, fiz porque quis. Quero todo mundo bem e feliz. Como diz um amigo Pablo Murad, “Gente feliz não enche o saco dos outros”.

Beijos!

Até…

Surdo

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Acho que hoje começo a entender o surdo, instrumento de percussão.

Principal instrumento de marcação de compasso e andamento de um samba é o único que consigo perceber mesmo com um ouvido tampado pelo travesseiro e o outro momentaneamente surdo (ironia o batismo do nome desse instrumento musical) que algum vizinho, aparentemente surdo, faz questão de ouvir a uma altura dessas.

Aliás, mudando de assunto nem tanto assim, altos insights perceptivos nesse meu momento de surdez de ocasião.

Da falta de estabilidade motora (estou meio tonta), à falta de percepção do volume do som da minha voz (minha voz não só é alta como mais aguda do que imagino, estou irritada com o som da minha voz)…

E a mais interessante de todas, a surdez tem som, não sei explicar, mas é alto e constante. Um vvvvvvvvv que modula, mas não para.

Sensacional perceber isso. Amedrontador imaginar que posso ficar assim para sempre…

Mudemos de assunto.

O cadeado na ponte e as rolinhas no quintal

Notícia velha e requentada nas memórias do facebook.

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Nunca entendi essa representação cultural francesa (e de outros países Europeus) de fechar um cadeado a uma ponte, significando a perpetuação de um amor. Com tanta coisa pra gente importar da Gringolândia,  decidimos justamente importar um simbolismo que só me lembra prisão?!

(Para quem não sabe do que estou falando… Clique aqui. )

Talvez… Ainda aceite atar (ou ser atada, vai que…) em jogos amorosos consensuais, por prazer. E uma vez desatados os nós, que restem apenas nós, indivíduos, onde quer que estejamos, juntos ou não, até a próxima vez, ou nunca mais.

Amar sem amarras

Gosto de amar as pessoas exatamente como minha mãe cria (ou diz que cria) os passarinhos no quintal, livres para ir e vir (sim, eles vem e vão quando querem e ela os admira e cuida mesmo assim).

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Nem sempre consigo, mas realmente tento, apesar das excessões à minha regra.

E penso… Se até mesmo a paixão tendo prazo de validade, de vez em quando  descamba para algo inexplicável (amor?), lógico que podemos seguir outros caminhos. Sem nenhuma amarra, nos sentirmos total e completamente envolvidos (e comprometidos) às pessoas. Assim, sem nada. Só pelo querer bem.

E assim, sem a menor necessidade de um cadeado numa ponte, uma aliança num dedo, nome num papel ou qualquer outro símbolo para nos fazer felizes. Somos todos rolinhas… Simples assim.

É… Meu romantismo ainda não escorreu pelo ralo… Acho.

Feira da Empregabilidade Inclusiva | RJ

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A maior Feira de Empregabilidade Inclusiva pelo Ministério do Trabalho e Emprego que acontecerá no Rio de Janeiro, nos dias 19 a 23 de setembro das 9h às 16 com mais de 40 empresas. Haverá a oferta 2mil vagas de empregos (ou mais).

Endereços dos locais que acontecerão a Feira da Empregabilidade Inclusiva:

* 19/09 – Senac Botafogo – Rua Bambina n° 107 – Botafogo
* 20/09 – Unisuam Bonsucesso – Av. Paris n° 84 – Bonsucesso
* 21/09 – Shopping Caxias – Rodovia Washington Luiz n° 2895 – Duque de Caxias
* 22/09 – Centro Esportivo Miécimo da Silva – Campo Grande – Rua Olinda Ellis n° 470 – Campo Grande
* 23/09 – Catedral Metropolitana São Sebastião – Av. Chile n° 245 – Centro

* Horário das 09h às 16h

Divulgue, compartilhe!

No meio do labirinto…

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Imagem: Lucia Freitas

“Labirintite é um termo impróprio, mas comumente usado, para designar uma afecção que pode comprometer tanto o equilíbrio quanto a audição, porque afeta o labirinto, estrutura do ouvido interno constituída pela cóclea (responsável pela audição) e pelo vestíbulo (responsável pelo equilíbrio).

(…)

Níveis aumentados de colesterol, triglicérides e ácido úrico podem acarretar alterações dentro das artérias, que reduzem a quantidade de sangue circulando nas áreas do cérebro e do labirinto.

São considerados fatores de risco para a labirintite:

– hipoglicemia,
– diabetes,
– hipertensão,
– otites,
– uso de álcool,
– fumo,
– café,
– certos medicamentos (entre eles, alguns antibióticos, anti-inflamatórios…),
– estresse e ansiedade.

Os sintomas vão desde tonturas e vertigens associadas ou não a náuseas, vômitos, sudorese, alterações gastrintestinais, perda de audição, desequilíbrio… E mesmo zumbidos e audição diminuída são característicos da labirintite.

Há também a vertigem rotatória clássica. Uma sensação de que o ambiente gira ao redor do corpo, ou que este roda em relação ao ambiente.

Na tontura, a sensação é de desequilíbrio, instabilidade, de pisar no vazio, de queda. (…)”

Ou seja, difícil hein?! Diagnóstico discutível, causas imprecisas, sintomas variados… A única verdade: quem tem uma crise de labirintite sabe o que é. Quem nunca teve, não imagina…

E o pior, muitas vezes a crise é psicossomática, e pode estar mascarando alguma outra doença de fundo emocional, e aparece como um grito de:  “Vai se cuidar!”

E como passei por isso, resolvi compartilhar informações. Mais que indicar remédios e tratamento (para isso indico procurar um médico), acho interessante propor uma mudança de estilo de vida.

Tais como:

– Evite ingerir álcool. Se beber, faça-o com muita moderação;
– Não fume;
– Controle os níveis de colesterol, triglicérides e a glicemia;
– Opte por uma dieta saudável que ajude a manter o peso adequado e equilibrado;
– Não deixe grandes intervalos entre uma refeição e outra;
– Pratique atividade física;
– Ingira bastante líquido;
– Recuse as bebidas gaseificadas que contêm quinino;
– Procure administrar, da melhor forma possível, as crises de ansiedade e o estresse;

Importante: não dirija durante as crises ou sob o efeito de remédios para tratamento da labirintite.”

Fonte: http://drauziovarella.com.br/letras/l/labirintite/